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terça-feira, 14 de abril de 2015

CAFÉ - Ouro Verde do Brasil

     Hoje, 14 de abril, é o  Dia Internacional do Café.
O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo e a segunda matéria prima mais comercializada em todo o mundo.
     Ao contrário do que muitos pensam, desde que consumido moderadamente, o café tem uma ação benéfica ao organismo, possuindo algumas propriedades importantes tais como:

  • É analgésico,
    • cardiotônico,
    • depurativo,
    • digestivo,
    • diurético,
    • estimulante,
    • excitante,
    • revigorante intelectual,
    • sudorífero,
    • tônico,
  • Aumenta o metabolismo,
    • estimulante do sistema nervoso,
  • Diminui o cansaço mental,
  • Dilatar os brônquios,
  • Auxilia no diabetes,
    • baixa a glicose

     ORIGEM: O café é uma planta nativa da Etiópia, país do leste da África – antiga Absínia. Estima-se que seja conhecido há mil anos no Oriente Médio, especialmente na região de Kafa, daí, certamente, o nome “Café”.
     CURIOSIDADES: Conta-se que, entre os árabes, o café se tornou tão importante a ponto de, nas cerimônias de casamento, os maridos prometerem a suas esposas provê-las da bebida por toda a vida. E, se o compromisso não fosse cumprido, poderia justificar o divórcio.
     No brasão nacional do Brasil há um ramo de café, o que demonstra sua importância para o país

     O café mais caro que existe é o Kopi Luwak, conhecido também como “café de civeta”. E um café feito a partir de grãos da fruta extraídos das fezes do civeta - um animal da família dos viverrídeos - muito usado na confecção de perfumes, devido suas glândulas anais que produzem uma secreção acre e oleosa, conhecida como almíscar.
     O café é tratado como produto de luxo e só para se ter ideia, apenas uma xícara de Kopi Luwak pode custar na entre 95 e 200 dólares.
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA - Taxonomia

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Gentianales

Família: Rubiaceae

Gênero: Coffea

Espécie: Coffea arabica


     No Brasil, as raízes do café surgiram no século XVIII, quando as mudas da planta foram cultivadas pela primeira vez, que se tem notícia, por Francisco de Melo Palheta, em 1727, no Pará. A partir daí, o café foi difundido timidamente no litoral brasileiro, rumo ao sul, até chegar à região do Rio de Janeiro, por volta de 1760.
     O café foi o principal produto de exportação da economia brasileira durante o século XIX e o início do século XX, garantindo as divisas necessárias à sustentação do Império do Brasil e também da República Velha, começando a ser produzido em escala comercial para exportação devido ao aumento da procura do produto pelos mercados consumidores da Europa e dos EUA.
     O consumo de café no continente europeu e no norte da América ocorreu após a planta percorrer, desde a Antiguidade, um trajeto que a levou das planícies etíopes africanas até as mesas e xícaras dos países industrializados do século XIX. Mas para isso foi necessária uma expansão de seu consumo pelo Império Árabe e pelo mundo islâmico, sendo posteriormente apresentada aos europeus, que tornaram seu consumo mais expressivo por volta do século XVII.
     A produção do café no Brasil expandiu-se a partir da Baixada Fluminense e do vale do rio Paraíba, que atravessava as províncias do Rio de Janeiro e de São Paulo. A cafeicultura no Brasil beneficiou-se da estrutura escravista do país, sendo incorporada ao sistema plantation, caracterizado basicamente pela monocultura voltada para a exportação, a mão de obra escrava e o cultivo em grandes latifúndios.

     Nessa região do Brasil, a produção cafeeira beneficiou-se do clima e do solo propícios ao seu desenvolvimento. O fato de ser rota de transporte de mercadorias entre o Rio de Janeiro e as zonas de mineração contribuiu também para a adoção da lavoura cafeeira, já que parte das terras estava desmatada, facilitando inicialmente a introdução das roças de café e beneficiando o escoamento da produção através das estradas existentes.

     As técnicas de produção de café eram simples. Inicialmente se desmatavam terras onde era necessário expandir as áreas agricultáveis para a colocação das mudas da planta. Estas demoravam cerca de cinco anos para começar a produzir. Nesse tempo, outras culturas eram plantadas em torno dos cafezais, principalmente gêneros alimentícios. Para a conservação das plantas, eram necessárias apenas enxadas e foices. A colheita era feita manualmente pelos escravos, que, após essa tarefa, colocavam os grãos do café para secar em terreiros. Uma vez seco, o café era beneficiado, retirando-se os materiais que revestiam o grão através de monjolos, máquinas primitivas de madeira formadas por pilões socadores movidos a força d’água.

     Após esse processo, o café era transportado nos lombos das mulas para o porto do Rio de Janeiro, de onde era exportado. Mas o aumento da produção cafeeira e os lucros decorrentes dela levaram ao início do processo de modernização da economia e da sociedade brasileira.

     Um dos exemplos mais marcantes dessa modernização esteve na construção de ferrovias para o transporte do café, o que aumentou a velocidade do transporte e interligou algumas regiões do Império, principalmente após a expansão das lavouras para as terras roxas localizadas no chamado Oeste paulista, intensificada após a década de 1860. Tal situação levou ainda ao fortalecimento do Porto de Santos como principal local de escoamento da produção.

     Em 1836 e 1837, o café tornou-se o principal produto de exportação do Império. Os grandes latifundiários produtores de café, os chamados “Barões do café”, enriqueceram-se e garantiram o aumento da arrecadação por parte do Estado imperial.

     Surgiram ainda os chamados comissários do café, homens que exerciam a função de intermediários entre os latifundiários e os exportadores. Além de controlarem a venda do produto, garantiam aos latifundiários acesso a créditos para a expansão da produção e também viabilizavam a compra de produtos importados.

     O café foi, dessa forma, um dos principais esteios da sociedade brasileira do século XIX e início do XX. Garantiu o acúmulo de capitais para a urbanização de algumas localidades do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo e cidades do interior paulista, além de prover inicialmente os capitais necessários ao processo de industrialização do país e criar as condições para o desenvolvimento do sistema bancário.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

O CORPO HUMANO É ENGRAÇADO



38 CURIOSIDADES SOBRE O CORPO HUMANO


1. É verdade que não se consegue digerir o chiclete, mas se engolires um, ela não se cola ao estômago, por isso, não faz mal engoli-lo.
2. Ao lamber um selo se consome 1 décimo de caloria.

3. O nosso estômago tem de produzir uma nova camada de muco de 2 em 2 semanas. Caso contrário digeria-se a ele próprio.

4. É impossível espirrar com os olhos abertos. (NÃO TENTEM ISTO EM CASA).

5. As pessoas inteligentes têm mais cobre e zinco no cabelo.

6. O músculo mais potente do corpo é a língua.

7. É impossível suicidar-se parando a respiração.

8. Os nossos olhos são sempre do mesmo tamanho, desde o nascimento, enquanto que as orelhas e o nariz nunca param de crescer.

9. É impossível lamber o cotovelo.

10. O suor não tem odor. São as bactérias da pele que criam o cheiro.

11. Apenas uma pessoa em cada 2 bilhões viverá mais de 116 anos.

12. Se gritares durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, a energia libertada é igual à necessária para aquecer uma chávena de café.

13. O coração bombeia o sangue com uma pressão suficiente para esguichar o sangue a uma altura de 9 metros.

14. Os destros vivem em média 9 anos a mais do que os canhotos.

15. Uma pessoa pisca os olhos aproximadamente 25 mil vezes por dia.

16. Se as doenças do coração, o cancro e os diabetes fossem erradicados, a expectativa de vida do homem seria de 99,2 anos.

17. A cada ano, 98% dos átomos do nosso corpo são substituídos.

18. O crânio tem 29 ossos.

19. As unhas da mão crescem aproximadamente 4 vezes mais rápido que as do pé.

20. Os pés possuem um quarto dos nossos ossos.

21. 15 vezes ao dia é o número médio de vezes que um adulto normal dá risada. No entanto uma criança ri em média 400 vezes por dia.

22. 4 kg é o peso do cérebro humano. Este consome 25% do oxigênio que respiramos.

23. Uma pessoa normal tem á volta de 1460 sonhos por ano.

24. Todos temos 300 ossos quando nascemos, mas chegamos a adultos apenas com 206.

25. A força necessária para dar três espirros consecutivos, queima exatamente o mesmo numero de calorias que um orgasmo.

26. Cada soluço dura menos de 1 segundo e ocorrem com um frequência normal e regular de 5 a 25 vezes por minuto. O livro dos recordes menciona um soluço que durou 57 anos.

27. Por cada sílaba que o homem fala, 72 músculos entram em movimento. Para sorrir, são utilizados 14 músculos. Para beijar, 29.

28. O intestino delgado mede entre 6 a 9 metros. O intestino grosso tem 1,5 metros, mas é 3 vezes mais largo.

29. Um adulto elimina 3 litros de água por dia, por meio da urina, suor e da respiração.

30. O corpo humano é formado por 70% de água, que corresponde a metade do nosso peso. No organismo, a água transporta alimentos, resíduos e sair minerais; lubrifica tecidos e articulações; conduz glicose e oxigênio para o interior das células, e regula a temperatura.

31. Se não exercitarmos o que aprendemos, esquecemos 25% em seis horas, 33% em 24 horas e 90% em seis meses.

32. Com uma média de 70 batidas por minuto, o coração bate 37 milhões de vezes por ano.

33. Se dormirmos, em média, 8 horas por dia, aos 40 anos teremos dormido 13 anos.

34. O olho humano é capaz de distinguir 10.000.000 de diferentes tonalidades.

35. Você fala sem pensar? Os cientistas calcularam que a velocidade de um pensamento é de 240 km/h!

36. O esqueleto de um homem de 64 quilos pesa cerca de 11 quilos.

37. Em média, uma criança de 4 anos faz 437 perguntas por dia.

38. Numa vida, um ser humano passa, em média, 8 anos em filas de espera.

terça-feira, 11 de março de 2014

CURIOSIDADES DAS CIÊNCIAS NATURAIS

     A maneira mais fácil de diferenciar um animal carnívoro de um herbívoro é olhando nos seus olhos. Os carnívoros (cachorros, leões) possuem os olhos na parte da frente da cabeça,o que facilita a localização do alimento (olhos de predador). Já os herbívoros (aves, coelhos) possuem os olhos do lado da cabeça para perceber a aproximação de um possível predador (olhos de presa).

     Nesse exato momento há mais de 100.000.000 de microorganismos se alimentando, se reproduzindo, nadando e depositando detritos na área em volta dos seus lábios.

     Você pisca aproximadamente 25 mil vezes por dia

     O material mais resistente criado pela natureza é a teia de aranha.

     As moscas domésticas vivem apenas 2 semanas.

     O elefante é o único animal com quatro joelhos.

     O crânio tem 29 ossos.

     O Oceano Atlântico é mais salgado que o Pacífico. 
   
     Os chipanzés são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.

     A água quente é mais pesada do que a água fria. 

     Os elásticos duram mais se estiverem gelados. 

     O batom contêm escamas de peixe. 

     O isqueiro foi inventado antes do fósforo. 

     Uma pepita de ouro puro do tamanho de uma caixa de fósforos, pode ser esmagada e alisada numa fina folha do tamanho de um campo de ténis. 

     Em muitos países, a urina era utilizada como detergente. (Um dos componentes principais da urina, o amoníaco, é utilizado hoje em dia nos produtos de limpeza). 

     Por dia são criados 10.000 novos produtos químicos.

     Nenhum pedaço de papel pode ser dobrado ao meio mais de 7 vezes.

     A maioria dos relâmpagos tem um comprimento médio de 3 a 5 Km e têm uma corrente de 10.000 amperes a 100 milhões de volts. 

     Apenas uma pessoa em cada 2 bilhões viverá mais de 116 anos. 

     O Sol libera mais energia em um segundo do que tudo que a humanidade já consumiu em toda a sua existência. 

     Ratos não vomitam. 

     Leonard da Vinci foi quem descobriu que o número de anéis no tronco de uma árvore corresponde ao número de anos que a árvore viveu. Ele também descobriu que a distância entre os anéis indicava a humidade anual. 

     O animal mais prolífico da natureza é o rato. As fêmeas dão entre três e seis ninhadas por ano. Um só casal, ao fim de três anos, pode dar origem a dez gerações. É por isso que o rato é o animal preferido nas pesquisas genéticas de laboratórios. 

     A doença conhecida mais antiga do mundo é a lepra, cujos primeiros registos datam de 1350 a.C.. Apesar da idade, um tratamento rápido e eficaz contra ela só foi descoberto no início dos anos 80, com o desenvolvimento da poliquimioterapia. A moléstia é causada pela bactéria Mycobacterium leprae, e ataca principalmente os nervos e a pele, podendo causar deformações em estágios mais avançados. Devido ao preconceito com o qual a doença é encarada, o seu nome foi mudado em alguns países para hanseníase.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Tudo o que precisamos saber sobre o BEIJO...

No mês dos Namorados, vamos saber um pouco mais sobre o
Beijo, Beijo, Beijo, Beijo
Beijinho, Beijão...
FILEMATOLOGIA - É a ciência que estuda o BEIJO.
     Cientificamente, o beijo apresenta números interessantes:
  • Quando você beija, está trocando, além de carinho, cerca de 250 bactérias na saliva, 9 miligramas de água, 18 substâncias orgânicas, 7 decigramas de albumina (proteína solúvel em água), 711 miligramas de materiais gordurosos e 45 miligramas de sais minerais. Melhor do que isso é saber que um beijo desencadeia a liberação de substâncias neurotransmissoras que provocam sensação de bem-estar e excitação, como a adrenalina, a dopamina e a serotonina;
  • Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos (doze dos lábios e dezessete da língua);
  • Um beijo apaixonado pode significar a aplicação de uma pressão de 12 quilos sobre os lábios  -  De acordo com pesquisas, as tensões faciais que ocorrem durante o beijo melhoram a circulação e o estado da pele do rosto. Além disso, o beijo pode servir para aliviar a dor, já que, quanto mais apaixonado, maior a liberação de endorfinas, uma substância hormonal que tem propriedades analgésicas semelhantes às da morfina;
  • O beijo libera a oxitocina, um hormônio ligado ao amor e também à excitação sexual. Através desta liberação, aumentam também os níveis de dopamina, neurotransmissor associado ao prazer, pois o circuito cerebral considera positivo o incremento da oxitocina;
  • Um beijo rápido e romântico ajuda a queimar até três calorias;
  • A doutora Helen Fisher, professora da Universidade de Rutgers de Nova Jersey (EUA), afirma que "um beijo é um mecanismo de avaliação do companheiro", e que, durante o ato de beijar, ocorre uma série de reações químicas e, em alguns casos, um beijo ruim pode ser o "começo do fim" de um novo romance;
  • Antropologicamente, o Beijo representa pouco mais de 90% das atividades sociais dos seres humanos e também é um instinto natural para estimular os mecanismos da reprodução. Quando beijamos, vemos, cheiramos, sentimos o outro. A saliva do outro contém quantidades de hormônios que são um indicador de sua personalidade. Ao beijar, o cérebro fica ativo. Cinco nervos levam mensagens do que estão sentindo. É realmente uma ferramenta de avaliação muito poderosa!!!
  • A estimulação cerebral causada por um beijo leva à produção de oxitocina, noradrenalina, dopamina e serotonina que influenciam o humor, ansiedade, sono e alimentação. Para além desta liberação, desencadeia-se também, durante os preliminares do ato sexual, fenômenos periféricos na dependência da liberação de testosterona, sendo uma das explicações prováveis para alguns estudos referirem que os homens preferem beijos mais úmidos e com a boca mais aberta (o que favoreceria a estimulação sexual da mulher e permitiria também avaliar a fertilidade e o ciclo estrogênico);
  • O beijo também está relacionado com o sistema imunológico. Estudos recentes dizem que o Beijo serve para as mulheres serem expostas a determinados anticorpos que lhes desencadeiam uma reação imune de forma a preparar para a escolha do par, ou seja, é uma forma de identificação imunitária em que as células poderiam identificar outras com quem seria vantajoso conjugar;
  • O Beijo está relacionado a uma forma de combate à depressão. Com um ósculo, um sinônimo para este ato, baixam-se os níveis de cortisol, um hormônio que rege a resposta ao stress do nosso organismo, sendo que é considerado um calmante natural;
  • Beijar na boca pode beneficiar a pressão sanguínea, o sistema cardiovascular e os níveis de colesterol, além de prevenir cáries e outros males relacionados à dentição;
  • Faz ainda com que o nosso sistema imunitário fique reforçado, visto que ele aumenta a sua atividade. Transmitimos vírus através deste contato físico e por isso se promove “uma espécie de defesa e um fator de equilíbrio homeostático entre nós e o ambiente”. Este reforço é conseguido não apenas através da composição dos fluídos de um beijo, mas também a nível central, pois o cérebro tem a capacidade de equilibrar este sistema.
  • Uma pessoa troca, em média, 24 mil beijos (de todos os tipos, dos maternais aos apaixonados e até os roubados) ao longo de sua vida;
  • Um beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de sua saliva permanecem em sua boca por 3 dias;
  • As batidas do coração sobem, em média, de 70 para 150 vezes por minuto durante o beijo. Isso força o coração a bombear 1 litro de sangue a mais, pois as células pedem mais oxigênio para trabalhar;
  • Os beijoqueiros sofrem menos de doenças do aparelho circulatório, do estômago e da vesícula. Diminuem também os casos de insônia e de dores de cabeça;
  • Quando um dos namorados beija o pescoço do outro com mais força, provoca um aumento de pressão no local que pode romper os capilares (vasos bem frágeis). Forma-se uma mancha proveniente do sangue que escapou e ficou preso embaixo da pele;
  • O americano Alfred A. E. Wol estabeleceu o recorde mundial de beijos. Ele beijou 8.001 pessoas em oito horas;
  • O escultor francês Auguste Rodin, de tantos delírios amorosos que viveu com Camille Claudel, imortalizou o beijo em uma de suas mais famosas obras, “O Beijo”;

  • O final da Segunda Guerra Mundial foi anunciado em 1945. Na comemoração, um soldado beijou uma enfermeira no meio da rua. A foto, de Alfred Eisenstaedt, foi publicada na revista Life e depois rodou o mundo;
  • Se você pensa que, quando beija, só sua boca trabalha, está completamente por fora. Fique sabendo que todo o seu organismo entra em ação. Além dos seus cinco sentidos paladar, olfato, audição, visão e tato entrarem na jogada;
  • Os médicos e os psicólogos alemães concluíram que aqueles que beijam, faltam menos ao trabalho por motivo de doença do que aqueles que não beijam. Aqueles que beijam, também sofrem menos acidentes no trabalho, ganham 20 a 30 por cento a mais e vivem aproximadamente cinco anos a mais. A razão desta ótima notícia é a energia positiva que o beijo passa para aqueles que beijam no começo do dia. Conseqüentemente, se você quiser ter mais dias felizes, saudáveis, ser bem sucedido, e viver mais, você deve beijar o seu amor antes que você vá trabalhar, todos os dias;
  • Um beijo é geralmente a primeira vez que dois povos têm um contato próximo um com o outro. Uma fonte anônima no “Livro dos Beijos” por William Bastão descreve um beijo como algo que você não pode dar sem fazer exame, e não pode fazer exame sem dar. Uma outra fonte anônima diz que você não deve esperar para conhecer melhor alguém antes de beijá-la, você deve beijá-la primeiramente para depois então você conhecê-la melhor;
  • A beleza do beijo é que traduz cada língua e religião. Jr. de Vaughn Bryant, professor do departamento de antropologia no Texas A&M, dita que o primeiro beijo erótico foi trocado aproximadamente 1500 A.C. na Índia. Antes desse tempo não há nenhuma evidência (tabuletas de argila, pinturas da caverna ou registros escritos) que indique o histórico do beijo. Bryant disse também que o ato de friccionar e pressionar os narizes e a troca das línguas entre amantes, se popularizou aproximadamente em 1500 A.C.;
  • Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2.500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses, Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates;
  • Foram os Romanos que descobriram o beijo. Os Romanos beijavam-se cumprimentado uns aos outros, beijavam as vestes e os anéis de seus líderes e estátuas dos deuses mostrando sua submissão e respeito. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes;
  • Sabe-se também que a química provocada faz com que um beijo alerte outro. Quando nós beijamos, os interiores de nossas bocas e as bordas de nossos lábios produzem uma substânciaquímica que aclama para mais beijos;
  • Um estudo em 1997 na universidade de Princeton concluiu que nossos cérebros estão equipados com os neurônios que nos ajudam a encontrar os lábios de nossos amantes no escuro.
 Seja ele qual for...
O importante mesmo é
BEIJAR MUUUUUUUUUUUUITO!!!
 
 
 
 

domingo, 16 de junho de 2013

Síndromes Estranhas

     Uma pesquisa do jornal australiano Sydney Morning Herald relacionou algumas das síndromes mais estranhas que atingem o ser humano:
1. Síndrome do Sotaque Estrangeiro
     Após sofrer uma pancada ou qualquer outro tipo de lesão no cérebro, as vítimas desse distúrbio passam a falar com sotaque francês… ou italiano… ou espanhol. A língua varia, mas, na maioria dos casos, as vítimas desconhecem o novo idioma. Segundo cientistas, a pronúncia não é efetivamente estrangeira, só dá a impressão disso.Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, acreditam que o sintoma é causado por um trauma em áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, provocando mudanças na entonação, na pronúncia e em outras características da fala.
     A britânica Lynda Walker, 60 anos, acordou depois de um infarto falando com um sotaque jamaicano. Lynda sofre de uma doença chamada de síndrome do sotaque estrangeiro, de acordo com o jornal britânico Times Online.
     Lynda diz que ficou muito chateada logo que descobriu. "Eu não me sinto a mesma pessoa. Não havia notado o sotaque, mas dei-me conta de como soava quando meu terapeuta me mostrou uma fita das nossas conversas. Fiquei devastada", disse ao jornal.
     Pesquisadores da Universidade de Newcastle estão estudando o caso de Lynda. Existem no mundo apenas 50 casos documentado da doença nos últimos 65 anos. A síndrome foi identificada em 1941 quando uma mulher norueguesa sofreu uma lesão cerebral e começou a falar com um sotaque germânico.
     Estudiosos sugerem que uma pequena parte do cérebro que afeta a fala foi danificado. Esta lesão pode resultar em mudanças de tom, lentidão na fala ou erros de pronúncia, mudando o sotaque da pessoa. "É como perder uma grande parte de sua identidade", disse Lynda.
  2. Síndrome de Capgras
     Após sofrer uma desilusão com o cônjuge, com os pais ou com qualquer outro parente, a pessoa passa a acreditar que eles foram sequestrados e substituídos por impostores. O sintoma por vezes se volta contra a própria vítima: ao se olhar no espelho, ela também acredita que está vendo a imagem de um farsante. Neurose total! O problema tende a atingir mais pessoas a partir dos 40 anos e suas causas ainda não são conhecidas. A síndrome foi descoberta pelo psiquiatra francês Jean Marie Joseph Capgras, que a descreveu pela primeira vez em 1923. Em graus mais extremos, a vítima acha que até objetos inanimados, como cadeiras, mesas e livros, foram substituídos por réplicas exatas.
3. Síndrome de mão estranha
     “Minha mão agiu por conta própria…” Essa desculpa usada por alguns cafajestes pode ser verdadeira. A síndrome em questão alien hand syndrome, em inglês faz com que uma das mãos da vítima pareça ganhar vida própria. O problema atinge principalmente pessoas com lesões no cérebro ou que passaram por cirurgias na região. O duro é que o doente não presta atenção na mão boba, até que ela faça alguma besteira. A mão doida é capaz de ações complexas, como abrir zíperes… Os efeitos da falta de controle sobre a mão podem ser reduzidos dando a ela uma tarefa qualquer, tarefa qualquer, como segurar um objeto.
4. Síndrome de alíce no país das maravilhas
     Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa “viagem” provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.
5. Síndrome de Pica
     Pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. Essa síndrome faz exatamente isso: a pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo… O problema atinge mais grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago. Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços, ele morreu. Com cerca de 600 dólares no estômago.
6. Maldição de Ondina
     O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração.
Se não ficar atento, o sujeito simplesmente esquece de respirar e acaba sufocado! A síndrome foi descoberta há 30 anos e já existem cerca de 400 casos no mundo. Pesquisadores do hospital Enfants Malades, de Paris, acreditam que a doença esteja relacionada com um gene chamado THOX2B. O sistema nervoso central se descuida da respiração durante o sono e o doente precisa dormir com um ventilador no rosto para não ficar sem ar!
7. Síndrome de Cotard
     Depressão extrema, em que o doente passa a acreditar que já morreu há alguns anos. Ele acha que é um cadáver ambulante e que todos à sua volta também estão mortos. Em casos extremos, o sujeito diz que pode sentir sua carne apodrecendo e vermes passeando pelo corpo… Na fase final, a vítima deixa até de dormir e sua ilusão pode efetivamente se tornar realidade. O nome da doença faz referência ao médico francês Jules Cotard, que a descreveu pela primeira vez em 1880. Apesar de depressivo e certo de que está morto, o doente, contraditoriamente, também pode apresentar idéias megalomaníacas, como a crença na própria imortalidade.
8. Síndrome de Ríley-Day
     Se você já sonhou em nunca mais sentir nenhuma dor, cuidado com o que pede… As vítimas dessa doença não sentem dores, mas isso é um problemão. Elas ficam muito mais sujeitas a sofrer acidentes porque param de registrar qualquer aviso de dano nos tecidos do corpo, como cortes ou queimaduras. A doença é causada por uma mutação no gene IKBKAP do cromossomo 9 e foi descrita pela primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. Sem o aviso de perigo que a dor proporciona às pessoas comuns, a maioria dos doentes com a síndrome de Riley-Day tende a morrer jovem, antes dos 30 anos, por causa de ferimentos.
9. Síndrome da Redução Genital
     Também conhecido como koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa! Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Cingapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seu pênis estava sumindo. Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP.
10. Cegueira Emocional
     A expressão “cego de emoção” existe na prática, e pode acontecer com qualquer pessoa normal. O problema foi descoberto recentemente por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Depois de olhar para alguma imagem forte, principalmente com conteúdo pornográfico, a maioria das pessoas perde a vista por um curto espaço de tempo – décimos de segundo na verdade. Até agora, nenhum especialista conseguiu explicar o porquê dessa reação. A descoberta da cegueira emocional deu origem a um movimento no Congresso americano para que seja banida toda a publicidade com apelo erótico em grandes rodovias do país.